segunda-feira, 11 de julho de 2011

Variabilidade genética.

Peixes com gens que dão cores e formas (fenótipos) diferentes.

Milhos com grãos e cores diferentes por conterem gens variados (Variabilidade genética) para cada característica.

Variabilidade genética é o grau de variação do conteúdo genético de um indivíduo. Na reprodução sexuada a metade do conteúdo gênico vem do macho e a outra metade da fêmea, essa divisão faz com que sejam possíveis várias combinações genéticas, garantindo a variabilidade genética dos seus descentendes. A origem da variabilidade genética é de caráter aleatório.
A variabilidade genética pode classificar-se a partir de vários pontos de vista, entre eles:
-Variações genéticas derivadas dos objetivos do sistema evolutivo
*Melhoria da eficácia

  • Melhoria das características dos materiais: proteínas novas
  • Racionalização e simplificação da estrutura do código genético
  • Melhoria da eficácia funcional de qualquer elemento da informação genética
-Pela causa ou origem da variabilidade genética.

  • Acidental ou mutações aleatórias, é a mutação gênica, que seria um "erro" (mas na verdade é benéfico para a perpetuação da espécie, pois permite a seleção natural) na replicação dos cromossomos, com bases nitrogenadas erroneamente adicionadas. / dirigida (programada pelo homem).
  • Interna / externa (ao indivíduo). A primeira seria o conjunto de melhorias no código genético que se produzem como consequência da aprendizagem, trabalho e experiência durante a vida do indivíduo e anterior à transmissão da informação genética
  • Endógena (lógica do sistema genético contido no DNA das células) / exógena (fatores meio ambientais).

Seleção natural.


Seleção Natural aplicada às mariposas, Biston betularia

O mecanismo de Seleção Natural, proposta por Charles Darwin, tem como princípio a adequação de uma característica sugestiva ao meio ambiente. A prevalência da característica torna-se favorável, à medida que, hereditariamente, são transmitidas para as gerações seguintes.

Enquanto a sucessividade da característica benéfica se consolida na população como caráter padrão, transmitido de geração em geração, as características desfavoráveis de um organismo, cada vez menos frequente, não se perpetuam reprodutivamente.

Atuando diretamente sobre o fenótipo (características observáveis), a Seleção Natural permite mais ênfase aos aspectos favoráveis, resultando em adaptação do mesmo. Assim, as variações bem sucedidas intensificam a sobrevivência do organismo portador, tornando-o mais apto reprodutivamente, podendo ocasionar o surgimento evolutivo de uma nova espécie.

Um exemplo clássico que evidencia os efeitos da Seleção Natural é o aumento da população de mariposas (Biston betularia) com pigmentação melândrica (escura), após a metade do século XIX.

Anterior a esse período, não era comum encontrar formas melândricas, as mariposas com pigmento branco acinzentado prevaleciam. No entanto, com o crescente desenvolvimento industrial, emissão de poluentes na atmosfera e impregnação de fuligem na vegetação, as mariposas escuras, quando no troco das árvores, passaram a ser menos observáveis pelos pássaros (predador natural das mariposas).

Consequentemente, a situação se inverteu, as mariposas escuras passaram a predominar na população, escondendo-se melhor dos predadores, garantindo sobrevivência e reprodução.

Sendo a cor das mariposas um fator hereditário dependente de um par de gene codificador de dois tipos fenotípicos: claro e escuro, atuou a Seleção Natural sobre a frequência da variedade sujeita às condições ambientais.

Nesse caso, pode-se concluir que o processo de Seleção Natural, não necessariamente potencializa sua atuação de forma deletéria (exterminadora), produzindo mudança genética, excluindo ou mantendo uma característica. Mas pode limitar uma variação fenotípica conforme a interferência do meio.

Krukemberghe Fonseca
Graduado em Biologia

Mutação.

Mutações são mudanças na sequência dos nucleotídeos do material genético de um organismo. Mutações podem ser causadas por erros de copia do material durante a divisão celular, por exposição a radiação ultravioleta ou ionizante, mutagênicos químicos, ou vírus. A célula pode também causar mutações deliberadamente durante processos conhecidos como hipermutação. Em organismos multicelulares, as mutações podem ser divididas entre mutação de linhagem germinativa, que pode ser passada aos descendentes, e mutações somáticas, que não são transmitidas aos descendentes em animais. Em alguns casos, plantas podem transmitir mutações somáticas aos seus descendentes, de forma assexuada ou sexuada (em casos em que as gemas de flores se desenvolvam numa parte que sofreu mutação somática. Assim, essa classificação é pouco eficiente para plantas, se ajustando melhor a animais. Uma nova mutação que não foi herdada de nenhum dos pais é chamada de mutação de novo. A fonte da mutação não se relaciona com seus efeitos, apesar de seus efeitos estarem relacionados com quais células são afetadas pela mutação.

Mutações geram variações no conjunto de genes da população. Mutações desfavoráveis (ou deletérias) podem ter sua frequência reduzida na população por meio da seleção natural, enquanto mutações favoráveis (benéficas ou vantajosas) podem se acumular, resultando em mudanças evolutivas adaptativas. Por exemplo, uma borboleta pode produzir uma prole com novas mutações. A maioria dessas mutações não terá efeito. No entanto, uma delas pode mudar a cor dos descendentes desse indivíduo, tornando-os mais difíceis (ou fáceis) de serem vistos por predadores. Se essa mudança de cor for vantajosa, a chance dessa borboleta sobreviver e produzir sua própria prole será um pouco maior, e com o tempo o número de borboletas com essa mutação constituir formar uma maior proporção da população.

Mutações neutras são definidas como mutações cujos efeitos não influenciam a aptidão dos indivíduos. Essas mutações podem se acumular ao longo do tempo devido à deriva genética. Acredita-se que a imensa maioria das mutações não tem efeito significativo na aptidão dos organismos. Essa teoria neutralista foi desenvolvida por Motoo Kimura em seu livro "The Neutral Theory of Molecular Evolution". Além disso, mecanismos de reparo de DNA são capazes de corrigir a maior parte das mudanças antes que elas se tornem mutações permanentes, e muitos organismos têm mecanismos para eliminar células somáticas que sofreram mutações.

As mutações são consideradas o mecanismo que permite a ação da seleção natural, já que insere a variação genética sobre a qual ela irá agir, fornecendo as novas características vantajosas que sobrevivem e se multiplicam nas gerações subsequentes ou as características deletérias que desaparecem em organismos mais fracos.

DNA

O que é o DNA

Para se ter uma idéia ou uma imagem do DNA, basta pensar em duas fitas paralelas em forma de serpentina, ou helicoidais (de dupla hélice). Essas fitas são formadas de filamentos, já que as moléculas do DNA têm a forma filamentosa. São filamentos paralelos devido à ponte, chamada ponte de hidrogênio, que liga uma cadeia de filamentos à outra.

O DNA é então formado por uma base hidrogenada e pelos nucleotídeos, que são a guanina, a citosina, a adenosina e a timina.

Se tentarmos localizar o DNA, veremos, como diz Richard Dawkins, que nosso DNA mora dentro de nosso corpo, e não se concentra em uma parte específica do corpo, mas é distribuído entre as células. Curiosamente, existem, diz Dawkins, cerca de um milhão de bilhões de células constituindo um corpo humano médio e, com algumas exceções, cada uma dessas células contém uma cópia completa do DNA daquele corpo.

O DNA é, dos ácidos nucléicos, o que instiga mais a curiosidade, pelas suas características e pelas suas várias funções.

Função do DNA

Uma vez que estamos falando em ácidos nucléicos, portanto, ácidos encontrados nos núcleos das células, convém saber que o núcleo representa justamente a central de informações de uma célula. É como se fosse uma torre de controle, de onde são distribuídas as informações para que cada célula execute sua tarefa.

Dawkins explica que as moléculas de DNA fazem duas coisas importantes. Em primeiro lugar, elas se replicam, o que significa que elas fazem cópias de si mesmas. Isso é facilmente compreendido se imaginarmos um homem adulto, com um milhão de bilhões de células, que começou, em sua versão original, com uma única célula. Esta única célula se dividiu em dois e, por meio de sucessivas divisões, chegou a 4, a 8, a 16, a 32 e assim por diante, até chegar ao homem adulto. Pode-se dizer que a função de replicar do DNA é como se fosse a função de uma fábrica modelo, com qualidade cem por cento, onde os planos do DNA são copiados com fidelidade, praticamente sem erros, segundo Dawkins.

De acordo com esses planos do DNA, para que um corpo seja ‘construído’, não basta que ele se duplique. É preciso que alguma coisa mais aconteça. Assim, o DNA faz uma supervisão indireta da fabricação de um tipo diferente de molécula, que é a proteína.

Dawkins lembra que fazer proteínas talvez pareça estar muito longe da fabricação de um corpo, mas, diz ele, esta é a primeira pequena etapa nesta direção, uma vez que as proteínas constituem grande parte da estrutura de um corpo e, além disso, controlam os processos químicos dentro da célula, ligando-os e desligando-os no momento e no lugar certo. E essa movimentação toda dentro das células é que leva uma primeira célula a vir a formar um bebê e, mais tarde, um corpo adulto.

Usos e Descobertas sobre o DNA

A partir das pesquisas sobre o DNA e suas funções, os cientistas podem hoje manipular os genes diretamente, sob formas cada vez mais sofisticadas. É possível, por exemplo, extrair o DNA de uma célula, fragmentar esse DNA, separar as partes contendo alguns genes específicos e introduzir esses genes em outro organismo vivo, segundo Amabis. É o que faz a Engenharia Genética, identificando um gene, isolando-o e multiplicando-o a partir de diversos organismos vivos.

De uma gota de sangue, de um fio de cabelo ou de um osso se pode extrair o DNA.

A identificação genética de um animal, por exemplo, pode ser feita hoje a partir de um simples segmento de DNA encontrado em um osso. Esse segmento, de acordo com o relato de Amabis, pode ser mil vezes multiplicado até se produzir uma quantidade de DNA que seja suficiente para a identificação.


Cromossomo é o DNA espiralado e bastante enovelado (condensado).

Fungos.

O que são fungos, vida, reprodução, doenças causadas, mofo, microfungos, ambientes onde se desenvolvem, enfermidades

fungos Fungos: forma de vida simples

O que são

Na natureza há diferentes tipos de fungos. Podemos dizer que eles são uma forma de vida bastante simples. Com relação às diferenças, existem aqueles que são extremamente prejudicais para a saúde do homem, causando inúmeras enfermidades e até intoxicação. Encontramos também os que parasitam vegetais mortos e cadáveres de animais em decomposição. Temos também os que são utilizados para alimento e até aqueles dos quais se pode extrair substâncias para a elaboração de medicamentos, como, por exemplo, a penicilina.

Informações sobre os fungos

Durante muitos anos, os fungos foram considerados como vegetais, porém, a partir de 1969, passaram a ser classificados em um reino à parte. Por apresentarem características próprias, tais como: não sintetizar clorofila, não possuir celulose na sua parede celular (exceto alguns fungos aquáticos), e não armazenar amido como substância de reserva, eles foram diferenciados das plantas.

Outro tipo importante de fungo é o mofo, que surge através dos espórios, células quase microscópicas que encontramos flutuando no ar. Os espórios preferem locais escuros e úmidos para realizar a reprodução. Em função desta característica, nota-se uma maior quantidade de mofo em ambientes úmidos, como paredes, gavetas, armários, etc. Estas mesmas células minúsculas também se agrupam em pães, frutas e vegetais, pois buscam alimentos em ambientes propícios para o seu desenvolvimento.

Os diversos tipos de micoses que conhecemos são originadas por microfungos, atingindo os seres humanos com maior freqüência nos países tropicais (clima úmido e quente), como no Brasil, por exemplo. Na maior parte das vezes, o tratamento para este mal é complicado por tratar-se de uma forma de vida daninha e oportunista. Mas há pesquisas avançadas e trabalhos importantes a respeito deste assunto. Muitos medicamentos estão sendo desenvolvidos com o objetivo de livrar o ser humano desta companhia desagradável e prejudicial.

Quais são as doenças causadas por fungos?

Os fungos, participantes do Reino Funji são organismos com células eucariontes (mais simples) com um só núcleo. Estão incluídos neste grupo organismos de dimensões consideráveis, como os cogumelos, mas também muitas formas microscópicas, como bolores e leveduras. Diversos tipos agem em seres humanos causando várias doenças como, por exemplo, micoses., além de serem heterotróficos (alimentação que feita através de nutrientes), e são classificados em unicelulares e multicelulares, sendo constituídos por filamentos chamados de hifas. O vento age como importante condutor espalhando seus propágulos e fragmentos de hifa.

Desta forma, existem várias espécies e algumas destas tem a capacidade de causar doenças tanto no Reino Animal quanto no Reino Vegetal, ou seja, em animais e seres humanos, e vegetais, respectivamente. Os fungos são facilmente encontrados no solo, em plantas,nos animais, nos alimentos, na água, em detritos em geral e em objetos, sendo que pode se fazer presente na pele humana, sobretudo, nas partes íntimas feminina e masculina. Os fungos chamados de dermatófitos é o mais comum entre os seres humanos, os quais são responsáveis pela dermatose, doenças da pele que tem como principal agente os fungos.

A ciência que estuda estes organismos vivos é a micologia, a qual é um ramo da microbiologia, que por sua vez também estuda bolores e cogumelos, protozoários, bactérias, e vírus. Como já tido, alguns fungos podem causar doenças graves aos seres humanos, e várias delas são fatais quando não tratadas, e dentre estas encontram-se as aspergiloses, coccidioidomicose, candidíases, criptococose, micetomas, histoplasmose e paracoccidioidomicose. Além disso, as pessoas que sofre com imunodeficiência são mais suscetíveis a doenças causadas por fungos, principalmente as doenças que tem como agente responsável o Candida, o Aspergillus, o Cryptococcus, o Pneumocystis e o Histoplasma. Há também fungos que tem a capacidade de atacar unhas, olhos, cabelo e especialmente a pele, os quais são denominados de dermatófitos e queratinófitos, onde sua ação resulta em infecções na região como pé-de-atleta e dermatofitose. E ainda, os esporos dos fungos são uma causa de alergias, e os fungos de distintos grupos têm a capacidade de causar reações alérgicas.

Existem muitas doenças que são causadas por fungos e bactérias, sendo que as principais e mais conhecidas são:

-Tuberculose
-Tracoma
-Úlcera
-Febre Reumática
-Febre Tifóide
-Furúnculo
-Gangrena gasosa
-Gardnerella
-Hanseníase
-Impetigo
-Leptospirose
-Meningite
-Peste pulmonar
-Pneumonia
-Salmonelose
-Sífilis Congênita
-Tétano
-Tifo endêmico (ou murino)
-Tifo epidêmico (ou exantemático)
-Acne
-Antraz
-Blenorragia
-Botulismo
-Bronquite
-Brucelose
-Cancro Mole
-Cistite
-Cólera
-Coqueluche
-Difteria
-Disenterias Bacterianas
-Erisipela
-Escarlatina
-Febre da Mordedura de Rato
-Febre maculosa

Protozoários.

Por Lucas Martins

Os protozoários são seres unicelulares, mas, diferentemente das bactérias, eles tem carioteca (cariomembrana, são eucariontes). São complexos, com sistema reprodutor, digestivo, de locomoção, produção de energia, etc), por isso, por muitos anos, foram considerados “animais unicelulares”. Eles ainda podem viver em colônias, sozinhos ou parasitando. Podem ser encontrados em água doce, salgada, em terras úmidas ou ainda dentro de outros seres. Seu modo de vida é livre, mas alguns protozoários são parasitas, e podem causar doenças ao homem.

Reprodução

Os representantes do reino protista se reproduzem através de bipartição (conhecida também como cissiparidade ou divisão binária). Como nas bactérias, a célula cresce, têm seu núcleo dividido em dois, através da mitose (reprodução assexuada), e então, o resto da célula se divide, originando duas células genéticamente idênticas. Veja mais detalhes sobre a reprodução no artigo sobre Reprodução e Ciclo de Vida dos Protozoários.

Classificação dos Protistas

Os protozoários podem ser classificados de acordo com seu modo de locomoção:

- Rizópodes: locomoção por pseudópodes, que são pseudo-pés (pés-falsos);
- Ciliados: locomoção através de cílios;
- Flagelados: locomoção através de flagelos;
- Esporozoários (ou apicomplexos): não têm sistema de locomoção;

Rizópodes (Filo Rhizopoda)

Grupo onde é encontrado a Ameba, que usa muitos pseudópodes para locomoção. Observe na figura:

A ameba é um ótimo exemplo de protozoário. Obtêm alimentos através do processo chamado fagocitose, e digere o alimento nos vacúolos digestivos.

A densidade do seu citoplasma é maior que a da água que o envolve no ambiente, por isso ela tem que periódicamente realizar a osmose, que é fazer o equilíbrio de água dentro do organismo. Para isso, ela utiliza os vacúolos pulsáteis para expulsar a água em excesso. Na realidade, o nome pulsátil é errôneo, pois o que acontece é que o vacúolo se forma cheio de água dentro da célula, se desloca até a membrana celular, e se desfaz lá, jogando a água para fora, e não como se fosse um “coração” batendo frenéticamente.

Ciliados (Filo Ciliophora)

Os ciliados recebem este nome pois se movem com o auxílio de cílios, que estão em toda a superfície do protozoário. Este tipo aparece geralmente em água doce e salgada, e onde existe matéria vegetal em decomposição. Eles executam também outro tipo de reprodução, chamado de conjugação (sexuada), onde uma célula transmite material genético para outra célula, ocasionando uma variabilidade genética, o que é essencial para qualquer tipo de ser vivo. Depois da conjugação, as células realizam a reprodução assexuada.

Flagelados

Os flagelados são de vida livre e muitos deles são parasitas de humanos, como:

Trichomonas vaginalis – fica alojado no aparelho reprodutor humano, geralmente nas mulheres, na vagina. Provoca muita coceira, ardência e corrimento, a Tricomoníase.


Trichomonas vaginalis

Giardia lamblia – causa a giardíase, no intestino. os sintomas são náuseas, cólicas, diarréia, etc.


Giardia lamblia

E também: Leishmania brasiliensis (causa a Leishmaniose); Tripanossoma cruzi (Doença de Chagas);

Esporozoários (Apicomplexos)

No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção. Todos eles são parasitas obrigatórios. O nome “Apicomplexos” vêm de uma parte do protista, responsável pela perfuração da membrana celular das futuras células hospedeiras. Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose.

Bactérias.

Tipos de bactérias, doenças causadas por bactérias, formas de contágio, desenvolvimento, combate com o uso de
antibióticos, os germes, formas patogênicas.

bacterias - imgaem de microscópio
Imagem em microscópio de uma colônia de bactérias

O que são bactérias

As bactérias são seres muito pequenos que, em sua maior parte, não podem ser vistos a olho nu. Apesar de seu tamanho, elas se multiplicam em grande velocidade, e, muitas delas, conhecidas como germes, são prejudiciais a saúde do homem, pois podem causar inúmeras doenças.

Características e informações sobre as bactérias

Elas se encontram por toda parte, e há milhares delas no ar, na água, no solo e, inclusive, em nossos corpos. Contudo, nem todas são maléficas, há aquelas que desempenham papéis extremamente úteis para muitas formas de vida, inclusive para os seres humanos. No caso de plantas, como as ervilhas, elas se beneficiam desta forma de vida, que habita em suas raízes dentro de pequenos caroços, em seu crescimento através da substância química que estas bactérias produzem.

No solo existem bactérias que podem ser benéficas de várias maneiras, uma delas é ajudar as folhas velhas das plantas a apodrecerem fornecendo alimento às novas plantas. Entretanto, há certas bactérias que são daninhas aos vegetais prejudicando-os a ponto de destruí-los.

No caso dos seres humanos, elas podem ser combatidas através do uso de antibióticos, que, quando usados conforme orientação médica, tem efeito eficaz sobre os germes prejudiciais a saúde. Caso contrário, elas aumentarão rapidamente ampliando o número de colônias. Em muitos casos, elas podem ser transferidas de pessoas para pessoas.

Podemos citar como principais tipos de bactérias : Cocos (formato arredondado); Bacilos (alongadas em forma de bastonetes); Espirilos (formato espiralado) e Vibriões (possuem formato de virgulas).

Até 300 anos atrás, ninguém sabia da existência deste tipo de vida, foi um holandês chamado Leeuwenhoek que as observou pela primeira vez. Em 1865, Louis Pasteur, através de seus estudos e observações, descobriu como elas se multiplicam e causam doenças. Contudo, os estudos desta forma de vida só foram mais precisos depois que Roberto Koch, em 1870, descobriu como colori-las e mantê-las vivas em uma espécie de geléia que ele mesmo criou. Desta forma, elas poderiam ser observadas por mais tempo e também de formas diferentes, fato que permitiria um conhecimento mais completo e aprofundado deste tipo de vida.

Principais doenças causadas por bactérias :

Tuberculose: causada pelo bacilo Mycobacterium tuberculosis.
Hanseníase (lepra):
transmitida pelo bacilo de Hansen (Mycobacterium lepra).
Difteria:
provocada pelo bacilo diftérico.
Coqueluche:
causada pela bactéria Bordetella pertussis.
Pneumonia bacteriana:
provocada pela bactéria Streptococcus pneumoniae.
Escarlatina:
provocada pelo Streptococcus pyogenes.
Tétano:
causado pelo bacilo do tétano (Clostridium tetani).
Leptospirose:
causada pela Leptospira interrogans.
Tracoma:
provocada pela Chlamydia trachomatis.
Gonorréia ou blenorragia:
causada por uma bactéria, o gonococo (Neisseria gonorrhoeae).
Sífilis:
provocada pela bactéria Treponema pallidum.
Meningite meningocócica:
causada por uma bactéria chamada de meningococo.
Cólera:
doença causada pela bactéria Vibrio cholerae , o vibrião colérico.
Febre tifóide:
causada pela Salmonella typhi.


Vírus

O que são vírus, estrutura, vida, classificação, ciclo reprodutivo, doenças causadas por vírus, as vacinas e informações importantes.

vírus da gripe
Imagem de microscópio do vírus influenza (gripe)


Introdução

A palavra vírus é originária do latim e significa toxina ou veneno. O vírus é um organismo biológico com grande capacidade de automultiplicação, utilizando para isso sua estrutura celular. É um agente capaz de causar doenças em animais e vegetais.

Estrutura de um vírus

Ele é formado por um capsídeo de proteínas que envolve o ácido nucléico, que pode ser RNA (ácido ribonucléico) ou DNA (ácido desoxirribonucléico). Em alguns tipos de vírus, esta estrutura é envolvida por uma capa lipídica com diversos tipos de proteínas.

Vida

Um vírus sempre precisa de uma célula para poder replicar seu material genético, produzindo cópias da matriz. Portanto, ele possui uma grande capacidade de destruir uma célula, pois utiliza toda a estrutura da mesma para seu processo de reprodução. Podem infectar células eucarióticas (de animais, fungos, vegetais) e procarióticas (de bactérias).

Classificação

A classificação dos vírus ocorre de acordo com o tipo de ácido nucléico que possuem, as características do sistema que os envolvem e os tipos de células que infectam. De acordo com este sistema de classificação, existem aproximadamente, trinta grupos de vírus.

Ciclo Reprodutivo

São quatro as fases do ciclo de vida de um vírus:

1. Entrada do vírus na célula: ocorre a absorção e fixação do vírus na superfície celular e logo em seguida a penetração através da membrana celular.
2. Eclipse: um tempo depois da penetração, o vírus fica adormecido e não mostra sinais de sua presença ou atividade.
3. Multiplicação: ocorre a replicação do ácido nucléico e as sínteses das proteínas do capsídeo. Os ácidos nucléicos e as proteínas sintetizadas se desenvolvem com rapidez, produzindo novas partículas de vírus.
4. Liberação: as novas partículas de vírus saem para infectar novas células sadias.

Curiosidades:

- Exemplos de doenças humanas provocadas por vírus: hepatite, sarampo, caxumba, gripe, dengue, poliomielite, febre amarela, varíola, AIDS e catapora.

- Os antibióticos não servem para combater os vírus. Alguns tipos de remédios servem apenas para tratar os sintomas das infecções virais. As vacinas são utilizadas como método de prevenção, pois estimulam o sistema imunológico das pessoas a produzirem anticorpos contra determinados tipos de vírus.

Engenharia genética.

Por Fabiana Santos Gonçalves

A Engenharia Genética é um conjunto de técnicas que envolvem a manipulação de genes de um determinado organismo, geralmente de forma artificial. Esta manipulação envolve duplicação, transferência e isolamento de genes, com o objetivo de produzir organismos geneticamente melhorados para desempenharem melhor suas funções e produzir substâncias úteis ao homem.

Através da engenharia genética muitos hormônios passaram a ser produzidos por bactérias com DNA modificado, como por exemplo, a insulina, que era produzida por animais e causava alguns efeitos colaterais indesejáveis em seres humanos. O hormônio de crescimento era extraído da hipófise de cadáveres e houve casos de pessoas que se contaminaram com uma doença neurológica chamada Creutzfeldt-Jakob.

Mapeamento Genético

Através da técnica de hibridização in situ os genes dos cromossomos podem ser mapeados. Para isso são utilizadas sondas feitas a partir de proteínas ou de RNA mensageiro, que produz uma cadeia de DNA complementar contendo um marcador. Células de um organismo são retiradas e são feitas várias cópias do DNA, que são marcadas com os marcadores que podem ser radioativos ou fluorescentes e estudadas.

Podemos também identificar nos cromossomos, genes que causam certas doenças, como foi o caso da doença de Tay-Sachs. Através da técnica de screening genético, adolescentes que vivem na Europa do Leste e Central podem fazer este exame para diagnosticar gene recessivo e optar por não terem filhos.

Clonagem

Através do processo de clonagem podemos produzir várias cópias idênticas de um mesmo organismo. Utilizando a técnica do DNA recombinante, que é a união de fragmentos de DNA de diferentes fontes biológicas, é possível isolar enzimas de restrição de bactérias e cloná-las.

As enzimas de restrição promovem a fragmentação do DNA em regiões determinadas. São produzidas por bactérias e atuam na defesa delas contra os vírus, cortando os pedaços do DNA viral, porém em regiões específicas, de acordo com a seqüência de bases nitrogenadas. Unindo-se um fragmento deste DNA cortado com o DNA de outro organismo, cria-se um DNA recombinante, que é introduzido em um organismo, que se reproduz, dando origem à varias cópias deste gene. Este processo chama-se clonagem de DNA.

Através desta técnica, pode-se inserir no DNA de certas bactérias o gene humano responsável pela produção de insulina, estimulando-as a produzir este hormônio, que é idêntico ao produzido pelo pâncreas. O hormônio de crescimento somatotrofina também utiliza desta técnica para se produzido em laboratório.

Projeto Genoma

Genoma é o conjunto de genes que compõem um organismo. O projeito Genoma Humano iniciou em 1990 com o objetivo de identificar a seqüência de bases de cada gene, de cada célula do organismo humano.

Fingerprinting

Através do estudo do DNA, podemos identificar pessoas e fazer testes de paternidade pela técnica de fingerprinting. Esta técnica é muito útil para se identificar suspeitos de crime.

O DNA é composto de regiões que não codificam proteínas, que ficam intercaladas entre os genes, formadas por unidades que possuem seqüências definidas de bases, e formam várias unidades repetidas. Alterações nestas seqüências são chamadas polimorfismos e determinam a variabilidade genética da população. No DNA fingerprinting estas unidades são mapeadas.

Organismos transgênicos e agricultura

Os organismos transgênicos são geneticamente modificados para a produção de substâncias de interesse para o consumo humano. Eles recebem genes de outros organismos.

Na agricultura esta técnica é muito empregada. Há plantas que receberam DNA de bactérias que conferem resistência à insetos e componentes de certos herbicidas.

Biotecnologia.

Biotecnologia

O Que é Biotecnologia?

Biotecnologia é o conjunto de conhecimentos que permite a utilização de agentes biológicos (organismos, células, organelas, moléculas) para obter bens ou assegurar serviços.


Assim, é Biotecnologia o conjunto de técnicas que permite à Indústria Farmacêutica cultivar microrganismos para produzir os antibióticos que serão comprados na Farmácia. Como é Biotecnologia o saber que permite cultivar células de morango para a obtenção de mudas comerciais. E também é Biotecnologia o processo que permite o tratamento de despejos sanitários pela ação de microorganismos em fossas sépticas.

A Biotecnologia abrange diferentes áreas do conhecimento que incluem a ciência básica (Biologia Molecular, Microbiologia, Biologia celular, Genética, Genômica, Embriologia etc.), a ciência aplicada (Técnicas imunológicas, químicas e bioquímicas) e outras tecnologias (Informática, Robótica e Controle de processos).

A Engenharia Genética ocupa um lugar de destaque como tecnologia inovadora, seja porque permite substituir métodos tradicionais de produção (Hormônio de crescimento, Insulina), seja porque permite obter produtos inteiramente novos (Organismos transgênicos).

A Biotecnologia transforma nossa vida cotidiana. O seu impacto atinge vários setores produtivos, oferecendo novas oportunidades de emprego e inversões.

Hoje contamos com plantas resistentes a doenças, plásticos biodegradáveis, detergentes mais eficientes, biocombustíveis, processos industriais e agrícolas menos poluentes, métodos de biorremediação do meio ambiente e centenas de testes diagnósticos e novos medicamentos.

Produtos de origem biotecnológica, por setor:

Setores Bens e Serviços
Agricultura Adubo composto, pesticidas, silagem, mudas de plantas ou de árvores, plantas com propriedades novas etc.
Alimentação Pães, queijos, picles, cerveja, vinho, proteína unicelular, aditivos, etc.
Ind. Química Butanol, acetona, glicerol, ácidos orgânicos, enzimas etc.
Eletrônica Biosensores
Energia Etanol, biogás
Meio Ambiente Recuperação de petróleo, tratamento do lixo, purificação da água etc.
Pecuária Embriões
Saúde Antibióticos, hormônios e outros medicamentos, vacinas, reagentes e testes de
diagnóstico, etc.

Bioética.

Por Fermin Roland Schramm e Marlene Braz

A Bioética é uma ética aplicada, chamada também de “ética prática”[1], que visa “dar conta” dos conflitos e controvérsias morais implicados pelas práticas no âmbito das Ciências da Vida e da Saúde do ponto de vista de algum sistema de valores (chamado também de “ética”). Como tal, ela se distingue da mera ética teórica, mais preocupada com a forma e a “cogência” (cogency) dos conceitos e dos argumentos éticos, pois, embora não possa abrir mão das questões propriamente formais (tradicionalmente estudadas pela metaética), está instada a resolver os conflitos éticos concretos. Tais conflitos surgem das interações humanas em sociedades a princípio seculares, isto é, que devem encontrar as soluções a seus conflitos de interesses e de valores sem poder recorrer, consensualmente, a princípios de autoridade transcendentes (ou externos à dinâmica do próprio imaginário social), mas tão somente “imanentes” pela negociação entre agentes morais que devem, por princípio, ser considerados cognitiva e eticamente competentes. Por isso, pode-se dizer que a bioética tem uma tríplice função, reconhecida acadêmica e socialmente: (1) descritiva, consistente em descrever e analisar os conflitos em pauta; (2) normativa com relação a tais conflitos, no duplo sentido de proscrever os comportamentos que podem ser considerados reprováveis e de prescrever aqueles considerados corretos; e (3) protetora, no sentido, bastante intuitivo, de amparar, na medida do possível, todos os envolvidos em alguma disputa de interesses e valores, priorizando, quando isso for necessário, os mais “fracos” (Schramm, F.R. 2002. Bioética para quê? Revista Camiliana da Saúde, ano 1, vol. 1, n. 2 –jul/dez de 2002 – ISSN 1677-9029, pp. 14-21). Mas a Bioética, como forma talvez especial da ética, é, antes, um ramo da Filosofia, podendo ser definida de diversos modos, de acordo com as tradições, os autores, os contextos e, talvez, os próprios objetos em exame. Algumas definições:

"Eu proponho o termo Bioética como forma de enfatizar os dois componentes mais importantes para se atingir uma nova sabedoria, que é tão desesperadamente necessária: conhecimento biológico e valores humanos.” (Van Rensselaer Potter, Bioethics. Bridge to the future. 1971)

“Bioética é o estudo sistemático das dimensões morais - incluindo visão moral, decisões, conduta e políticas - das ciências da vida e atenção à saúde, utilizando uma variedade de metodologias éticas em um cenário interdisciplinar”.(Reich WT. Encyclopedia of Bioethics. 2nd ed. New York; MacMillan, 1995: XXI).

“A bioética, da maneira como ela se apresenta hoje, não é nem um saber (mesmo que inclua aspectos cognitivos), nem uma forma particular de expertise (mesmo que inclua experiência e intervenção), nem uma deontologia (mesmo incluindo aspectos normativos). Trata-se de uma prática racional muito específica que põe em movimento, ao mesmo tempo, um saber, uma experiência e uma competência normativa, em um contexto particular do agir que é definido pelo prefixo ‘bio’. Poderíamos caracteriza-la melhor dizendo que é uma instância de juízo, mas precisando que se trata de um juízo prático, que atua em circunstâncias concretas e ao qual se atribui uma finalidade prática a través de várias formas de institucionalização. Assim, a bioética constitui uma prática de segunda ordem, que opera sobre práticas de primera ordem, em contato direto com as determinações concretas da ação no âmbito das bases biológicas da existência humana.” (Ladrière, J. 2000. Del sentido de la bioética. Acta Bioethica VI(2): 199-218, p. 201-202).

“A palavra ‘bioética’ designa um conjunto de pesquisas, de discursos e práticas, via de regra pluridisciplinares, que têm por objeto esclarecer e resolver questões éticas suscitadas pelos avanços e a aplicação das tecnociências biomédicas. (...) A rigor, a bioética não é nem uma disciplina, nem uma ciência, nem uma nova ética, pois sua prática e seu discurso se situam na interseção entre várias tecnociências (em particular, a medicina e a biologia, com suas múltiplas especializações); ciências humanas (sociologia, psicologia, politologia, psicanálise...) e disciplinas que não são propriamente ciências: a ética, para começar; o direito e, de maneira geral, a filosofia e a teologia. (...) A complexidade da bioética é, de fato, tríplice. Em primeiro lugar, está na encruzilhada entre um grande número de disciplinas. Em segundo lugar, o espaço de encontro, mais o menos conflitivo, de ideologias, morais, religiões, filosofias. Por fim, ela é um lugar de importantes embates (enjeux) para uma multidão de grupos de interesses e de poderes constitutivos da sociedade civil: associação de pacientes; corpo médico; defensores dos animais; associações paramédicas; grupos ecologistas; agro-business; industrias farmacêuticas e de tecnologias médicas; bioindustria em geral” (Hottois, G 2001. Bioéthique. G. Hottois & J-N. Missa. Nouvelle encyclopédie de bioéthique. Bruxelles: De Boeck, p. 124-126)

“A bioética é o conjunto de conceitos, argumentos e normas que valorizam e justificam eticamente os atos humanos que podem ter efeitos irreversíveis sobre os fenômenos vitais” (Kottow, M., H., 1995. Introducción a la Bioética. Chile: Editorial Universitaria, 1995: p. 53)

[1] Singer P 1994. Ética Prática. São Paulo: Martins Fontes.

Doenças genéticas.



Classificação dos distúrbios genéticos:

Monogênicos: (também chamado de Mendeliano). É causado por mudanças ou mutações que acontecem na sucessão de DNA de um único gene.

Ex:

Anemia falciforme
Distrofia miotônica
Distrofia muscular de Duchene
Doença de Huntington
Doença de Tay-Sachs
Fenilcetonúria
Fibrose cística
Hemofilia A
Hipercolesterolemia familiar
Talassemia
Síndrome de Marfan

Cromossômicas: Alterações estruturais e numéricas no conjunto de cromossomo de um indivíduo.

Ex:

Síndrome de Down
Trissomias : 1813X
Síndrome de Cri-du-chat (miado de gato)
Síndrome de Klinefelter
Síndrome de Turner
Síndrome de Wolf-Hirschhorn
Síndrome do XYY

Multifatoriais: (também chamado de complexo ou poligênico). É causado por uma combinação de fatores ambientais e mutações em genes múltiplos.

Ex:

Alzheimer
Mal formações congênitas
Cardiopatias congênitas
Certos tipos de câncer
Diabetes mellitus
Hipertensão Arterial
Obesidade

Obs.: A herança multifatorial também é associada com características de hereditariedade como padrões de impressão digital, altura, cor de olho, e cor de pele.

Cogumelo ajuda a diminuir o colesterol

No Sul, há maior risco de colesterol alto porque come-se mais, especialmente carnes, que são gordura saturada.


Quem sofre com colesterol alto tem na ponta da língua o que ajuda a manter os níveis adequados. Abacate e fibras são os mais lembrados. O que pouca gente sabe é que o cogumelo pode ser um forte aliado nesta dieta, segundo o nutrólogo Máximo Asinelli. Não se trata do champignon, comumente utilizado em strogonoff, mas do fungo natural, seco, que absorve a gordura animal causadora do alto LDL, o colesterol ruim.
O fungo in natura tem fibra solúvel, que diminui a absorção de gordura animal. Assim, ele reduz o colesterol LDL, que é um dos principais responsáveis pelas doenças cardiovasculares. “O LDL tem partículas menores e de baixa densidade que penetram nas camadas da artéria coronária e a entopem, causando principalmente infarto do miocárdio e AVC”, explica Asinelli.
Segundo o nutrólogo, o cogumelo em conserva não tem essa propriedade porque vem banhado em substância ácida. “Para neutralizá- la, o fungo é lavado por vários dias. Então, recebe amido para ficar estufado”, conta.
Existe apenas uma exceção: quando a conserva for feita em óleo de girassol, que não compromete as propriedades nutricionais do cogumelo.
O shitake europeu (Funghi pleurotus) é o mais indicado. “Ele é mais carnudo e rico em proteínas, cálcio, fósforo, potássio e ferro”, explica.

Pesquisa encontra cogumelo que emite luz

Cientistas da USP e de universidades americanas realizaram o estudo no Brasil

Cogumelo foi encontrado no Piauí por pesquisadores norte-americanos e da USP / Foto: Cassius V.Stevani/USP

Foto: Cassius V.Stevani/USP

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Um bom Quebra Cabeças.

Se você consegue armar, tchau Alzheimer...

É muito interessante e relaxante!

Muito importante para nossa saúde! Se você não conseguir arma-lo, aí pode haver algum problema... Tente!!! CLIQUE AQUI.

Calmante virtual.

Sabe aquele plástico cheio de bolhas de ar, que é ótimo de ficar estourando?
Pois é... agora existe uma versão online!
É uma ótima maneira de se acalmar!
Melhor do que suco de maracujá ou qualquer floral!
É o Plástico Bolha! Agora em versão eletrônica e reciclável! Resolvendo sua culpa ambiental ! ! !

Ponha o som bem alto, clique abaixo e então toque as bolhas...



(Basta passar o mouse por cima, na frase abaixo, na esquerda: CALMANTE ON LINE...)
Divirta-se!

CALMANTE ON LINE

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Nascimento de gêmeos.

Cara de um, focinho do outro

Todo mundo anda falando em clonagem, mas a verdade é que essa técnica supermoderna não é nenhuma novidade para a natureza. Afinal, os gêmeos não são clones naturais? São sim, mas só os gêmeos idênticos, que também são chamados de univitelinos ou monozigóticos.
Para que nasçam dois bebês iguaizinhos, precisa acontecer uma coisa muito misteriosa, e que nenhum cientista sabe explicar direito: o óvulo, depois de fecundado, ou seja, depois de se "misturar" com um espermatozóide, tem que "ter a idéia" de …se dividir em duas partes idênticas! É isso aí, os gêmeos idênticos nada mais são do que um óvulo fecundado que, sem mais nem menos, resolveu virar dois! E, quando a gente fala "idênticos", quer dizer idênticos mesmo: gêmeos univitelinos são sempre do mesmo sexo, do mesmo tamanho, da mesma cor, do mesmo tudo! É que os genes deles são idênticos!

- Mas eu tenho um amigo que tem uma irmã gêmea! Como isso acontece?

Simples: seu amigo e a irmã dele são gêmeos…fraternos!

Aniversário dividido

Os gêmeos fraternos, que também são chamados de dizigóticos ou bivitelinos, só tem uma coisa idêntica: a data do aniversário! Esses bebês são tão parecidos (ou diferentes!) quanto irmãos normais, e podem ser até de sexos diferentes.

O nascimento de gêmeos fraternos acontece quando, em vez de liberar um único óvulo por mês, como acontece normalmente, uma futura mamãe libera dois óvulos, que são fecundados por dois espermatozóides! Ou seja, ela "economiza" uma gravidez e dá à luz dois bebês de uma vez só! De todos os gêmeos que nascem, 70% são fraternos, e só 30% são idênticos.


Clones Naturais.

A palavra clone (do grego klon, significa "broto") é utilizada para designar um conjunto de indivíduos que deram origem a outros por reprodução assexuada.

O termo clone foi criado em 1904, pelo botânico norte-americano Herbert J. Webber, segundo ele, o clone é basicamente um descendente de um conjunto de células, moléculas ou organismos geneticamente igual à de uma célula matriz.

A clonagem é o processo natural ou artificial de produção de clones. O processo de clonagem natural ocorre em alguns seres, como as bactérias e outros organismos unicelulares que realizam sua reprodução pelo método da bipartição. Além disso, o tatu também produz um clone através da poliembrionia. No caso dos humanos, os clones naturais são os gêmeos univitelinos, ou seja, são seres que compartilham do mesmo material genético), sendo originado da divisão do óvulo fecundado.

HISTÓRICO SOBRE O DIA DO MEIO AMBIENTE E da Ecologia

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também decretou no território nacional a Semana Nacional do Meio Ambiente.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Mitose e Meiose




Ôpa!

[Refrão]
Ei, pra dividir
MITOSE vem aí, MITOSE vem aí, ôpa! (2X)

A INTÉRFASE vai preparar, e em G1 produz RNA
no S DNA vai duplicar, G2 mais proteínas, pra tudo começar...
E agora não erro mais não (não erro mais não)
Quero entender como é a divisão
Se for MITOSE 4 fases tem
E pra formar tecido a mesma sempre vem (a mesma sempre vem)

PRÓFASE os cromossomos
já duplicados começam a espiralar
nucléolo e carioteca vão desaparecer
mas em compensação vai fuso aparecer

Na METÁFASE é bem legal (é bem legal)
tudo na placa equatorial
e a máxima espiralização
centrômeros no entanto já se duplicarão (já se duplicarão)

Na ANÁFASE já separadas
e as cromátides pros pólos são puxadas
e pra ocorrer por tanto a migração
são as fibras do fuso que se encurtarão

Na TÉLOFASE pra encerrar (pra encerrar)
os cromossomos já vão descondensar
nucléolo e carioteca vão REAPARECER
são duas celulinhas que agora vamos ter (que agora vamos ter)

Mas na MEIOSE é outro papo
de uma célula agora formam 4
são 8 fases pra reprodução
esporos ou gametas já aparecerão (já aparecerão).

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